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Eleições 2018: o que os candidatos pensam sobre privatização de estatais

Logotipo do(a) VEJA.com VEJA.com 08/06/2018 Guilherme Venaglia
Sede da Petrobras, no Rio de Janeiro (RJ): Sede da Petrobras, localizada no Rio de Janeiro (RJ) – 01/06/2018 © AFP Sede da Petrobras, localizada no Rio de Janeiro (RJ) – 01/06/2018

Álvaro Dias (Podemos)

Diz ser “inevitável” adotar um programa de privatizações, mas é contra a venda da Petrobras, do Banco do Brasil e da Caixa. Sobre a petrolífera, diz cogitar a venda do “entorno”, as subsidiárias da empresa.

Ciro Gomes (PDT)

Diz que, em geral, não é contrário a privatizações e vai definir ao longo do governo possíveis vendas de empresas. No entanto, tem adiantado com frequência que é contra a privatização da Petrobras.

Flávio Rocha (PRB)

Diz que terá um “plano agressivo de privatizações”. Questionado por VEJA, disse ser a favor da privatização da Petrobras

Geraldo Alckmin (PSDB)

Classifica o estado como “péssimo empresário” e defende um programa de privatizações, mas exclui a Petrobras, o Banco do Brasil e a Caixa

Guilherme Boulos (PSOL)

É contra privatizações e defende que a Petrobras seja reestatizada.

Henrique Meirelles (MDB)

Fala em “pulverizar” a participação da União na Petrobras, no Banco do Brasil e na Caixa, mas tem ressalvas à privatização de bancos pelo risco de comprador ser uma das outras instituições financeiras brasileiras, diminuindo a concorrência.

Jair Bolsonaro (PSL)

Pretende realizar um programa de privatizações, mas diz que só divulgará as estatais envolvidas em agosto, quando for lançado seu programa de governo. Sobre a Petrobras, disse a VEJA que o tema “entrou no seu radar”, mas que ainda não tem uma definição. A respeito dos bancos públicos, disse “estudar” a possibilidade.

João Amoêdo (Novo)

Defende a privatição da Petrobras, Banco do Brasil, Caixa. Para ele, qualquer serviço público pode passar à iniciativa privada.

Manuela D’Ávila (PCdoB)

É contra a promoção de um programa de privatizações, principalmente de setores e empresa que avalia terem papel central, como a Petrobras e a Eletrobras. Seu critério, diz será avaliar a relevância de cada empresa para o desenvolvimento do Brasil.

Marina Silva (Rede)

A ex-ministra já se disse contra as privatizações da Petrobras, da Eletrobras, do Banco do Brasil e da Caixa

Rodrigo Maia (DEM)

Afirma ser contra privatizações. “A Petrobras não precisa ter o monopólio. Pode continuar existindo, num tamanho menor. O que não pode é ser estatal única”. Defende a privatização da Eletrobrás, mas fez ressalvas ao modelo proposto pelo governo. Também descarta, no momento, vender o Banco do Brasil.

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