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Eleições 2018: o que pensa Manuela D’Ávila, pré-candidata do PCdoB

Logotipo do(a) VEJA.com VEJA.com 08/06/2018 Guilherme Venaglia
Manuela D’ávila: Manuela D'Ávila, pré-candidata do PCdoB, à Presidência da República nas Eleições de 2018 © Divulgação Manuela D'Ávila, pré-candidata do PCdoB, à Presidência da República nas Eleições de 2018

Privatizações

É contra a promoção de um programa de privatizações, principalmente de setores e empresa que avalia terem papel central, como a Petrobras e a Eletrobras. Seu critério, diz será avaliar a relevância de cada empresa para o desenvolvimento do Brasil.

Programas sociais

Defende um “estado garantidor” das políticas públicas nos diversos setores, sobretudo em saúde, educação e segurança. Diz que seu foco está em melhorar a “eficiência” da prestação desses serviços.

Previdência Social

Questiona a falta de informação que diz haver sobre a dimensão do déficit na Previdência e pretende se concentrar no combate à sonegação por parte de empresários. Também critica as propostas de aumento no tempo de contribuição.

Reforma Trabalhista

É a favor da revogação da reforma trabalhista aprovada pelo governo Temer.

Segurança Pública

É contra o acesso dos cidadãos às armas e defende melhores salários e equipamentos para os policiais.

Teto dos gastos públicos

Defende a revogação da PEC aprovada pelo governo Temer.

Política econômica

Defende mais “justiça tributária”, com a redução da carga tributária que afeta os mais pobres e o aumento de impostos que atingem os mais ricos, como as taxas sobre herança.

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