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Eleições 2018: o que pensa Rodrigo Maia, pré-candidato do DEM

Logotipo do(a) VEJA.com VEJA.com 08/06/2018 Guilherme Venaglia
rodrigomaiaPortoAlegre: Rodrigo Maia, pré-candidato do DEM à Presidência da República nas Eleições de 2018 © Divulgação Rodrigo Maia, pré-candidato do DEM à Presidência da República nas Eleições de 2018

Privatizações

Afirma ser contra privatizações. “A Petrobras não precisa ter o monopólio. Pode continuar existindo, num tamanho menor. O que não pode é ser estatal única”. Defende a privatização da Eletrobrás, mas fez ressalvas ao modelo proposto pelo governo. Também descarta, no momento, vender o Banco do Brasil.

Programas sociais

Considera que o Bolsa Familia “escraviza” as pessoas. “O programa bom é onde você inclui a pessoa e dá condições para que ela volte à sociedade e possa, com suas próprias pernas, conseguir um emprego”.

Previdência Social

“A reforma da Previdência é necessária não apenas para resolver o desequilíbrio fiscal da nossa economia. É a mais importante reforma social do país.” Trabalhou para aprovar o texto proposto pelo governo, mas deixou de colocá-lo em votação por falta de apoio parlamentar.

Reforma Trabalhista

Não votou com a prerrogativa de ser o presidente da Câmara.

Segurança Pública

Foi favorável à criação do Sistema Único de Segurança Pública e defende o endurecimento da lei penal e a flexibilização do estatuto do desarmamento.

Teto dos gastos públicos

Defendeu a aprovação da PEC que congelou os gastos da União por 20 anos. Para ele, a medida é condição “indispensável” para a retomada do crescimento da economia e para o estabelecimento de padrões de “gestão responsável” da dívida pública.

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