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Ministro da Saúde não descarta novo lockdown no Reino Unido

Logotipo do(a) Ansa Ansa 18/09/2020 ANSA

(ANSA) - O ministro da Saúde do Reino Unido, Matt Hancock, afirmou em entrevista nesta sexta-feira (18) que um novo lockdown geral por conta do novo coronavírus (Sars-CoV-2) pode ser implantado, mas que essa seria "a última linha de defesa".

    Hancock foi entrevistado pelo canal "Sky News" e, depois de evitar responder diretamente a questão de um isolamento restritivo, o ministro reconheceu que a ideia "não é algo que tiramos da mesa, mas também é algo que não queremos".

    "Um lockdown nacional é a nossa última linha de defesa porque queremos usar a ação local. Mas, o número de pessoas hospitalizadas dobra a cada oito dias, mais ou menos. Faremos o que for necessário para manter as pessoas seguras", afirmou.

    O representante do governo de Boris Johnson ainda solicitou a colaboração das pessoas, pedindo que elas "sigam as regras sanitárias", e dizendo que o "país precisa se unir e reconhecer que temos um desafio sério à nossa frente e que o vírus está acelerando".

    "Infelizmente, não se trata apenas do aumento de casos, mas também do aumento de pessoas que acabam parando nos hospitais".

    Nesta sexta-feira, diversas cidades do nordeste da Inglaterra entraram em um regime de quarentena para tentar conter a alta no número de infecções. São cerca de dois milhões de pessoas.

    Já na quinta-feira (17), a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para o ritmo "alarmante" que a quantidade de novos casos vem sendo registrada nos países europeus, que tinham controlado os números da doença.

    O Reino Unido vem registrando uma média de três mil casos diários de Covid-19, em números que voltaram a subir fortemente desde a metade de agosto.

    De acordo com o Centro Universitário Johns Hopkins, o Reino Unido contabiliza 384.087 contaminados pelo novo coronavírus desde fevereiro e 41.794 mortos - a maior quantidade entre os países europeus em números absolutos. (ANSA).

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