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''Cocozinho petrificado de índio barra licenciamento'', diz Bolsonaro

Logotipo do(a) Correio Braziliense Correio Braziliense 13/08/2019 Ingrid Soares
© Ed Alves/CB/D.A Press

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) voltou a falar de cocô. Dessa vez, durante uma participação na inauguração de obras de duplicação da Rodovia BR-116 em Pelotas, no Rio Grande do Sul. Ele afirmou que o “cocô” petrificado de um indígena é capaz de parar uma obra de um porto do Paraná.

“Há anos um terminal de contêiner no Paraná, se não me engano, não sai do papel porque precisa agora também de um laudo ambiental da Funai. O cara vai lá, se encontrar, já que está na moda, um cocozinho petrificado de um índio, já era. Não pode fazer mais nada ali. Tem que acabar com isso no Brasil. Tem que integrar o índio na sociedade e buscar projeto para nosso país”, disse o chefe do executivo.

Na última sexta-feira (9), no combate à poluição ambiental, o presidente Jair Bolsonaro (PSL), recomendou também, em tom de ironia, reduzir as necessidades biológicas e fazer “cocô dia sim, dia não”. A resposta polêmica foi dada após ele ser questionado sobre a viabilidade em conciliar crescimento econômico e preservação ambiental. Insinuou, ainda, com uma carga extra de ironia, que isso é possível de ser feito ao “comer um pouquinho menos”. 

A fala do presidente foi rebatida e criticada por internautas, que ficaram revoltados com a solução encontrada pelo presidente do país para a preservação do meio ambiente.

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