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Vacina de Oxford produzida pela Fiocruz fica pronta até 15 de março

Logotipo do(a) Poder360 Poder360 06/02/2021 Poder360
Profissional da saúde com frasco da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Oxford e AstraZeneca, com voluntário ao fundo © John Cairns/Oxford University Profissional da saúde com frasco da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Oxford e AstraZeneca, com voluntário ao fundo

A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) prevê que as primeiras doses da vacina da AstraZeneca/Oxford contra a covid-19 produzidas no Brasil fiquem prontas em meados de março. A entidade recebe neste sábado (6.fev.2021) o 1º lote da matéria-prima necessária para a fabricação do imunizante.

Com os insumos, será possível fabricar 2,8 milhões de doses. A remessa chega com atraso de 1 mês. A projeção da Fiocruz era receber o IFA (Ingrediente Farmacêutico Ativo) em janeiro de 2021 e entregar as doses em fevereiro.

Seguindo todo o protocolo, fazendo todos os testes, trabalhamos com os dias 12 a 15 de março [para entrega das doses]. Mas, se pudermos antecipar, anteciparemos”, disse a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade.


A distribuição das doses aos Estados depende da aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O órgão aprovou apenas o uso emergencial das duas milhões de doses compradas da Índia. A Fiocruz entrou com o pedido em 29 de janeiro e aguarda a liberação.

A fundação espera receber outros 2 lotes ainda em fevereiro. Somados os 3 lotes, a Fiocruz terá insumo para a produção de 15 milhões de doses.

O acordo entre a Fiocruz e a Universidade de Oxford prevê a transferência de tecnologia. Com isso, a fundação terá a capacidade de fabricar os insumos em solo nacional. Segundo o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, com a fabricação do IFA no Brasil, será possível ter 100 milhões de doses de vacinas ainda neste semestre e mais 20 milhões de doses por mês no semestre seguinte.

A Fiocruz lançou nessa 6ª feira (5.fev.2021) o edital de licitação para a construção do Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde, que ficará em Santa Cruz, no Rio de Janeiro. O complexo será o maior da América Latina, aumentando em 4 vezes a capacidade de produção da fundação.

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