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Lewis diz o nome das três pessoas que não gostou em Portugal

Na sua estreia na I Liga, Jorge Jesus levou para o Felgueiras os ensinamentos do mestre Johan Cruyff. E o plantel tinha gente dos quatro cantos do mundo. E Sérgio Conceição ainda com 20 aninhos. A propósito do Clássico da Luz, o Maisfutebol vasculhou os nomes desse grupo e viu gente oriunda da Austrália (Bozinoski), Peru (Baroni), Trindade e Tobago (Clint e Lewis) e Santa Lucia (Earl). Lewis e Earl foram em muitos jogos os avançados de Jesus naquele 3x5x2 que procurava replicar nos nossos relvados a fórmula mágica do Barcelona. Por onde andarão? Como estará esse concílio caribenho de tão boas memórias e tantas histórias no campeonato português? E fomos atrás dele. Primeiro Earl, depois Lewis. Aquele sorriso que só faz sentido no Caribe, aquela malandragem genuína, aquela forma de comunicar que começa e acaba com gargalhadas. Russell Latapy foi o tobaguenho de mais sucesso - chegou ao Boavista e ao FC Porto -, mas Lewis e Earl deixaram a marca do futebol leve e descomprometido também no escalão maior. Uma conversa carregada de boa disposição e, claro, com Jesus e Conceição lá pelo meio. Ah, e aprecie nos vídeos associados o português irrepreensível (e açucarado) de Lewis. 19 anos depois de deixar Portugal.

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