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Perda de memória, dificuldades de linguagem e problemas psicomotores: as alterações cognitivas ainda por explicar na covid-19

Logótipo de Expresso Expresso 19/10/2020 Mafalda Ganhão

Entre sintomas subtis e a perda acentuada de capacidades que se arrasta, multiplicam-se os relatos de pacientes curados da covid-19 que desenvolvem sintomas cognitivos - segundo um especialista de um instituto de neurologia em Londres, podem afetar até 20% dos pacientes recuperados. Nem todos tiveram manifestações severas da doença e, por enquanto é impossível saber se as sequelas são definitivas

© CAROLINE BLUMBERG/EPA

Nos casos mais graves, há quem tenha esquecido pura e simplesmente as férias realizadas nas semanas anteriores, quem lute para recordar o nome dos mais banais objetos do dia-a-dia, quem seja incapaz de cumprir as tarefas que antes eram rotina, ou ainda quem se limite a descrever uma sensação de corpo anestesiado, sem reação, um estado quase catatónico. Entre os doentes já recuperados da covid-19, a perda de memória e lentificação do pensamento são apenas algumas das alterações das funções cognitivas relatadas, mas nem médicos nem investigadores conseguem ainda explicar porquê.

De acordo com os relatos obtidos um pouco por todo o mundo, a intensidade das queixas varia e a sua duração também. Entre sintomas subtis, passageiros, e a perda acentuada de capacidades que se arrasta, os testemunhos diferem e partem de doentes com perfil variado. O que mais intriga e preocupa é o facto daquilo que é descrito mais genericamente como “nevoeiro cerebral” afetar também pessoas cuja manifestação da infeção foi ligeira, sem necessidade de internamento, e atingir gente muito nova ou sem antecedentes clínicos de outras patologias.

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