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Conselho da Europa: Portugal arrasta os pés no combate à corrupção

Um relatório do Conselho da Europa nomeou Portugal como o que menos aplicou as recomendações contra a corrupção: 73 por cento das medidas ficaram na gaveta. É pior do que a Turquia, a Grécia e a Roménia. É um retrato que coloca em causa um dos desígnios nacionais dos últimos anos: o Conselho da Europa diz que Portugal está entre os países que menos têm feito na luta contra a corrupção. Os dados dizem respeito a 2018 e foram divulgados pelo órgão de monitorização anticorrupção do Conselho da Europa. Na lista divulgada pelo chamado GRECO, Portugal foi o país com maior proporção de recomendações não implementadas: 73 por cento. O presidente da República já mostrou preocupação em relação aos dados agora conhecidos: "É uma matéria sensível e que deve merecer a preocupação dos destinatários porque respeita ao domínio da prevenção e da resposta quanto à corrupção e portanto quanto à perceção externa da corrupção na sociedade portuguesa". Face ao cenário traçado pelo Conselho da Europa, Marcelo Rebelo de Sousa sentiu necessidade de manifestar apoio à Procuradora-Geral da República no combate à corrupção, mas não só. Diz o presidente: "Hoje mesmo tive a oportunidade de manifestar à senhora procuradora-geral da República um apoio incondicional e, mais do que isso, um incentivo, quanto ao combate à corrupção. E também lhe disse como via com apreço a crescente expressão desse combate visível nos últimos tempos por parte da atividade do Ministério Público, atividade essa visível ao longo dos últimos anos e que não tem parado de se manifestar" As declarações do presidente foram proferidas na véspera de uma greve de três dias convocada pelo Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, contra as contra as alterações que PS e PSD querem fazer no Estatuto do Ministério Público. Agora, com as declarações de Marcelo Rebelo de Sousa, tudo indica que, se o diploma chegar a Belém, pode ter o veto do presidente.

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