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Golas anti-fumo. Mourato Nunes, o Presidente da ANEPC, foi constituído arguido no processo

Os contratos sob suspeita para a prevenção de incêndios feitos pela Proteção Civil rondam os dois milhões de euros. São em grande parte ajuste diretos. A investigação do Ministério Público alarga-se a outros programas, como o Sistema de alerta de incêndio por SMS. Por causa das suspeitas e das investigações, José Artur Neves foi constituído arguido e deixou de ser Secretário de Estado da Proteção Civil. As buscas passaram por casa dele e passaram pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil. Mourato Nunes, o presidente foi constituído arguido nesta investigação, que cobre os crimes de corrupção, fraude na obtenção de subsídio e participação em negócio. A polémica das golas anti-fumo provocou para já este resultado, mas a investigação e o Ministério público alargou-se a outros programas e sob suspeita também podem estar os contratos para suportar o sistema de alerta de incêndio por sms.

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