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Marcelo Rebelo de Sousa recusa guerra com os professores

O Presidente da República reagiu às declarações de Mário Nogueira, que acusou Marcelo Rebelo de Sousa de não ser o Presidente de todos os portugueses. O chefe de Estado admite que "não percebeu" as declarações do sindicalista e lembra que só pode ser acusado de ter favorecido os professores no passado recente. "O Presidente da República não faz guerra a nenhuma classe profissional, o Presidente da República tem de estar acima disso", frisou Marcelo Rebelo de Sousa. Marcelo diz mesmo que a história contada pelos sindicalistas é "mal amanhada" e que nunca entraria em guerra com os professores, lembrando que também é "professor". Mário Nogueira criticou este sábado o Presidente da República durante o congresso dos sindicatos. O secretário-geral da Fenprof disse que Marcelo "não é Presidente de todos os portugueses". "É uma vergonha o que ele disse sobre os professores e que isso fique registado", apontou. O sindicalista afirma que Marcelo Rebelo de Sousa se referiu ao tempo de serviço congelado que os sindicatos reclamam para a contagem da carreira (9.4.2.) dizendo que "para número de telefone ainda faltavam alguns dígitos". Hoje, Marcelo Rebelo de Sousa esclarece que falou com dirigentes sindicais, a quem deu a entender que "compreende" a luta dos professores até para lá da atual legislatura. Quando foi questionado se não esqueceria os números, Marcelo garantiu que não, tendo acrescentado que "mais complicado é esquecer números de telefone e eu lembro-me". "Transformar isso numa guerra é uma coisa que não tem o mínimo sentido", concluiu o Presidente da República. O chefe de Estado lembrou ainda que já foi criticado por outras classes profissionais por ter recebido os professores a meio de um processo legislativo.
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