Está a utilizar uma versão de browser mais antiga. Utilize uma versão suportada para obter a melhor experiência possível com o MSN.

Pedrógão, estas são as marcas da morte

Dois anos depois do incêndio, há feridos que ainda aguardam por indemnizações, casas por reconstruir, donativos por distribuir. A dor foi muitas vezes apaziguada pelo desconhecido, pela solidariedade de longe, mais do que pela porta ao lado. “A comunidade tem de aprender a perdoar-se, mas a aceitação precisa de tempo”, explica a psiquiatra Ana Araújo, para quem “a intensidade dos sentimentos é tão grande que as pessoas não conseguem estar umas com as outras”. É por isso que ainda há consultas em que a pessoa não fala, “apenas chora”

A SEGUIR

A SEGUIR

Mais de Expresso

Mais de Expresso

image beaconimage beaconimage beacon